sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Olha o passarinho.



Outra coisa que me assustou nessa Oficina de Jornalismo Cultural da qual participei foi a quantidade de pessoas que tiravam fotos e filmavam ao mesmo tempo. Eram celulares, máquinas fotográficas que filmam, máquinas filmadoras que fotografam, máquinas digitais, máquinas manuais. Hoje qualquer um tem um instrumento de comunicação na mão. Essa facilidade toda não deixa de ser um retrato do quanto que a comunicação está cada vez mais enraizada na nossa vida. E justifica um pouco o excesso de informação que tem no mundo de hoje. Confesso ter me sentido um pouco Caetano Veloso, me questionando sempre “quem lê tanta notícia?”.

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